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AÇÃO VOLUNTÁRIA: EX-VEREADOR ILÍDIO DA SILVA NETO ALERTOU PARA OS PERIGOS DA MT-248 NO FINAL DE 2013

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ação que resultou no bloqueio da MT-248 nos dias 17 e 18 de janeiro/14 estava latente em cada cidadão que transitou na rodovia danificada, depois do serviço de fresagem realizado em cerca de 50 quilômetros.

Cada cidadão que trafegou pelo trecho ficou chateado, indignado e reprovou o comportamento dos políticos e da empreiteira que deveria estar realizando o serviço, sem interrupções. 

Nas condições atuais, o alerta para o perigo que a rodovia representa, ascendeu de vez a partir do dia 30 de dezembro/13, ocasião em que um morador de Indiavaí perdeu a vida chegando a Araputanga, quando o veículo capotou por causa das péssimas condições de trafegabilidade da rodovia.

No dia seguinte o cidadão Ilídio da Silva Neto convidou a reportagem da Folha de Araputanga para percorrer e conhecer a estrada. Partimos no último dia do ano 2013, por volta de 14h30min e, quando voltamos, próximo das 18h00min tínhamos mais de 250 fotografias que comprovavam: a fresagem da rodovia e o abandono das obras resultou em prejuízo, que custou a vida de diversas pessoas, sem falar nos acidentados com lesões.

Antes de chegar de volta a Araputanga, ainda no meio do caminho Ilídio surpreendeu. Ele estacionou o veículo, desceu e levantou as mãos para os céus, na esperança de que alguém pudesse perceber o sofrimento, a humilhação e o clamor do povo, por Justiça.  

Os relatos de acidentes continuaram a ponto de virar rotina, até que outros homens que têm amor por Araputanga, como o Valdemir, popular Pipoca, o Valteir (Baxim da Farmárcia) e seu irmão Tanair lideraram um grupo de cidadãos que resolveram dizer basta e, interditaram a rodovia. Era o dia 17 de janeiro. 

Talvez, a indignação que resultou na interdição, nascera bem antes, na ação simbólica do ex-vereador Ilídio, no último dia do ano, no pedido de Maria do Dito e da veredora Stellamaris e no desejo de todos que querem ver a rodovia em boas condições de trafegabiliade.  Enquanto isso, outros representantes do povo se calaram e só apareceram quando o “nó” da interdição se dissolveu na presença de deputados e do representante da SETPU. 

A ação de investigação do Ministério Público de Araputanga chega em boa hora. Talvez agora os responsáveis entendam que não dá para continuar brincando e fazendo de conta que estão tratando com seriedade a coisa publica. É aguardar para ver o que acontece.